Blog de marivaniamota


09/07/2006


O Professor diante das Novas Tecnologias e dos Materiais Impressos

Marivania da Silva Mota

Estudante do 4º semestre de Pedagogia

 Universidade Federal da Bahia

 

Resumo:

A reflexão sobre a atual posição do professor frente às novas tecnologias e os materiais impressos, e o caminho que o professor pode buscar, para fazer a união dessas ferramentas garantindo a eficácia do processo educativo e acompanhar as inovações do mundo contemporâneo são os principais objetivos deste artigo.  

 

Palavras Chave: Materiais impressos, Novas Tecnologias, professor e processo educativo.

 

Os materiais impressos sempre foram utilizados por muitos professores como uma Bíblia, para passar o conteúdo necessário em sala de aula. Muitos professores achavam que só era preciso, especificamente de um único impresso, o livro didático. A utilização deste material era restrita e segundo Marilina LIpsman (1997, p. 99) “se transmitia um discurso homogeneizante, já que com um mesmo livro se uniformizavam leituras, conteúdos e atividades”. Além de disseminar a ideologia dominante dos governos ditatoriais, impossibilitava aos educandos o contato com diferentes idéias.

 

Agora, com a chegada das novas tecnologias, com todo contexto social em que o aluno está inserido, a rapidez com que a sociedade está evoluindo e a velocidade com que as notícias chegam, o professor terá que acompanhar todo esse desenvolvimento do mundo contemporâneo, senão seus métodos de ensino se tornarão arcaicos e os educandos não darão credibilidades a estes profissionais, pois os alunos estarão além do que é tratado em sala de aula.

O surgimento e a generalização dos computadores, dos vídeos interativos, dos CD ROMs, do videotexto e do teletexto...permitem ao usurário ter acesso  a maiores quantidades  de informação codificada nos mesmos  sistemas simbólicos dos matérias impressos, mas com as vantagens da rapidez, da interatividade e da combinação de imagem, som, gráficos e texto (MOREIRA, 1998, p 120).

Escrito por Marivania Mota às 21h35
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Diante dessa revolução tecnológica, cabe ao professor procurar investigar uma maneira de trabalhar essas informações que estão chegando a cada momento, garantindo assim, que ocorra a construção do conhecimento, sem deixar de aproveitar toda a bagagem trazida pelo aluno para esta construção. Mas como o educador vai lidar com essa inovação? Como conciliar impresso e tecnologia?

 

Essa é uma tarefa que não esta sendo fácil para os educadores, já que muitas informações são divulgadas diariamente, instantaneamente, pela Internet e pelos meios de comunicação de massa, com muita rapidez. É necessário que os educadores estejam atentos a todas elas. Pois,

 

não podemos ficar indiferentes a recursos que cada vez mais são apontados por estudiosos como sendo importantes para os processos educativos, tanto na dimensão da comunicação quanto no que diz respeito às construções cognitivas (RAMOS, 2002, p. 134).   

 

É nesse momento que os professores têm que procurar está sempre fazendo uma formação continuada, e buscar por conta própria as novas estratégias, para utilizar de maneira coerente, os impressos e as novas tecnologias, buscando apresentar com interatividade o conteúdo dado em sala de aula.

 

Faz-se necessário os docentes aceitarem e encararem positivamente a evolução tecnológica. Sabe-se que não é fácil, mas é pertinente para o processo ensino aprendizagem a procura pela sintonia, do mundo contemporâneo com o que se é trabalhado em sala de aula, senão continuarão a reproduzir métodos de ensino tradicionais arcaicos sem significado para os educandos e o mundo contemporâneo. Desta forma, não contribuirão para a formação do cidadão critico e capaz de construir seu próprio conhecimento.

 

Conforme, Ramos (2002, p. 133) “mesmo sabendo que os resquícios do passado ainda perdurarão, não podemos ficar indiferentes às demandas sociais” e as novas tecnologias existentes no mundo atual. As metodologias precisam ser substituídas e atualizadas de acordo com o contexto social do educando.

É imprescindível propiciar a inovação pedagógica no sistema escolar. Para isso, é necessário:

 

uma transformação e um aperfeiçoamento das práticas profissionais dos docentes requer mudanças importantes nas condições de trabalho dos mesmos, nos sistemas de apoio externo, nos incentivos da Administração, na formação e aperfeiçoamento dos docentes, mas também uma mudança na cultura, atitudes e conhecimentos de uma proporção considerável dos professores (MOREIRA, 1998, p. 115).

 

Segundo Lipsman (1997, p. 103):

 

 A incorporação da tecnologia à aula não passa por ver um vídeo em classe (quando é uma possibilidade, se necessita); trata-se, neste caso, de retomar a informação dos meios para analisá-la, para criar contradições, novos discursos, etc. Sabemos que a tecnologia por si só não melhora a qualidade educativa.

 

Por isso, os impressos continuarão com seu grande papel fundamental e insaturável para a educação, mas agora estará associado às novas tecnologias oportunizando ao alunado desenvolver suas potencialidades em um ambiente interativo e com mais rapidez.

Embora os avanços tecnológicos aportem diferentes recursos para a educação, o livro, como objeto de produção e de compreensão, é insubstituível simplesmente porque a leitura não tem substituição. O livro é objeto que permanece, que é facilmente transportável, que se usa com independência (LIPSMAN, 1997, p. 110).

Escrito por Marivania Mota às 21h34
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Deve-se ter em mente que nem todos os alunos têm acesso às novas tecnologias e que muitas escolas públicas possuem dificuldades em adquirir os recursos audiovisuais, computadores e, principalmente, manter funcionando o laboratório de informática. Para Ramos (2002, p. 134) “alegar a impossibilidade de dar os primeiros passos por não dispor de máquinas suficientes para o alunado é o mesmo que, no passado, ter se recusado a investir no transporte por não haver estradas suficientes para fazê-los trafegar”.

 

Contudo, os educadores podem, de acordo Moreira (1998, p. 115):

 

[...] combinar os materiais textuais com outros tipos de meios (audiovisuais, manipulativos, informáticos) de modo a que sejam cultivados nos alunos diferentes formas de representar simbolicamente o conhecimento; incorporar materiais e recursos do ambiente próximo dos alunos; usar e integrar nos processos de ensino da aula os meios de comunicação de massa (televisão, jornais, rádio); compartilhar experiências e materiais com os professores.

 

Para que isso aconteça, não deve haver uma relação vertical entre educandos e educadores e sim, uma relação horizontal entre ambos, não existindo mais a presença do detentor do saber. Pois, segundo as afirmações de Lévy (apud MENDES FILHO, 2001, p. 188)

 

a principal função do professor não pode mais ser uma difusão dos conhecimentos, que agora é feita de forma mais eficaz por outros meios. Sua competência deve deslocar-se no sentido de incentivar a aprendizagem e o pensamento. Ou seja, a atividade do professor será acompanhar o processo de aprendizagem.

 

Percebe-se que com essa nova postura do educador e a introdução de novas tecnologias na educação, associada ao uso do computador, está promovendo transformações no padrão educacional. Possibilitando aos educandos, como já mencionados, o contato com as diferentes e novas tecnologias existentes no mundo contemporâneo.

 

Por fim, o educador pode e deve integrar os materiais impressos e as novas tecnologias para a melhoria da qualidade da educação e do processo ensino aprendizagem.  Pois, a união de ambos possibilita a quebra da rigidez dos métodos tradicionais, permite a facilidade do conhecimento, dinamiza a forma de transmitir o saber, agiliza a informação, quebra paradigmas e fornece a liberdade para uma atualização contínua tanto dos educadores quanto dos educandos.

 

Segundo Moreira (1998, p. 121) “a informática está possibilitando a criação de novos sistemas integrados que, assumindo as características das tecnologias já existentes (tanto impressas como audiovisuais), oferecem ao usuário um ambiente mais potente de interatividade com a informação”. Então, acredita-se que os impressos e as novas tecnologias contribuem significativamente com a educação, por isso, os professores não poderão “abrir mão” de ambos. E sim, conciliá-los e a adaptá-los a sua prática educativa.  

Escrito por Marivania Mota às 21h32
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REFERÊNCIAS:

 

LIPSMAN, Marilina. O material impresso: um velho meio no campo de projetos educacionais atuais. In: Tecnologia Educacional: Política, história e proposta. Porto Alegre: Artes Médicas, 1997, p. 98-118.

 

MENDES FILHO, Luiz A. M. e et. al. Inovações tecnológicas no ensino: contribuições teóricas. Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Natal – RN: Cabenge, 2001, p. 184-191.       

 

MOREIRA, Manuel Área. Os meios e os materiais impressos no currículo. In: Para uma tecnologia educacional. Juana M. Sancho (Org.) Porto Alegre: ArtMed, 1998, p. 97-122.

 

RAMOS, Menandro. As tecnologias contemporâneas e os desafios para a escola com futuro. Revista da FACED/ Faculdade de Educação da Universidade Federal da Bahia. Salvador: FACED/UFBA, n. 6, 2002, p. 133-137.

 

 

 

 

Escrito por Marivania Mota às 21h29
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08/07/2006


politicas Publicas

Com o estudo do tópico 5 sobre politicas públicas e com a explanação da professora o q se pode obeservar é que os programas existem e são colocados em pratica, o problema é feita essa prática. O Proinfo (Programa Nacional de informática na Educação) é um programa criado pelo MEC para a inplantação da informática nas escola, é um programa coordenado pela esfera federal, mas é de responsabilidade das esferas estaduias e municipais colocá-lo em prática. Existem vários outros programas, tais como: TV, video e mídia Escola que tb foram implementados mas por uma série de motivos chegaram ao seu objetivo final. Agora o Riverd que é uma Rede Interativa Virtual de educação me chamou bastante atenção, pois são embientes virtuais com várias atividades de aprendizagem de várias disciplinas e conteudos. Aconselho a todos fazerem visitas por lá é muito interessante, eu continuo visitando.

Escrito por Marivania Mota às 23h26
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AS ESCOLHAS DE UMA VIDA 
 
                                                                                     Martha Medeiros
 
 A certa altura do filme Crimes e Pecados, o personagem interpretado por
 Woody Allen diz: "Nós somos a soma das nossas decisões". Essa frase
 acomodou-se na minha massa cinzenta e de lá nunca mais saiu.
 Compartilho do ceticismo de Allen: a gente é o que a gente escolhe ser, o destino pouco tem a ver com isso. Desde pequenos aprendemos que,  ao fazer
uma opção, estamos descartando outra, e de opção em opção vamos tecendo essa teia que se convencionou chamar "minha vida".
 Não é tarefa fácil. No momento em que se escolhe ser médico, se está abrindo mão de ser piloto de avião. Ao optar pela vida de atriz, será quase impossível conciliar com a arquitetura. Se for a psicologia que se almeja, pouco tempo sobrará para fazer o curso de odontologia.
 Não se pode ter tudo.
No amor, a mesma coisa: namora-se um, outro, e mais outro, num excitante vaivém de romances. Até que chega um momento em que é preciso decidir entre passar o resto da vida sem compromisso formal com alguém, apenas vivenciando amores e deixando-os ir embora quando se findam, ou casar, e através do casamento fundar uma microempresa, com direito a casa própria, orçamento doméstico responsabilidades. As duas opções têm seus prós e contras: viver sem laços e viver com laços.  Escolha. Morar em Londres ou numa chácara? Ter filhos ou não? Posar nua ou
ralar atrás de um balcão? Correr de kart ou entrar para um convento?  Fumar e beber até cair ou virar vegetariano e budista? Todas as alternativas são válidas, mas há um preço a pagar por elas. Quem dera pudéssemos ser uma pessoa diferente a cada 6 meses, ser casados de segunda a sexta e solteiros nos finais de semana, ter filhos quando se está bem-disposto e não tê-los quando se está cansado, viver de poesia e dormir em hotel 5 estrelas. No way. 
 Por isso é tão importante o autoconhecimento. Por isso é necessário ler muito, ouvir os outros, estagiar em várias tribos, prestar atenção ao que acontece em volta e não cultivar preconceitos. Nossas escolhas  não podem ser apenas intuitivas, elas têm que refletir o que a gente é. Lógico que se deve reavaliar decisões e trocar de caminho: ninguém é o mesmo para sempre.
 Mas que essas mudanças de rota venham para acrescentar, e não para anular a vivência do caminho anteriormente percorrido.
 A estrada é longa e o tempo é curto.

 

Escrito por Marivania Mota às 00h53
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06/07/2006


Seminários

O que posso dizer, os seminários foram maravilhosos, os conteudos foram trabalhados de amneira agradável, a construçaõ do aprendizado foi fluindo, sem tensão e sem pressão. Nesses seminários ocorreram a interatividade que a professora tanto fala. Espero que nós coloquemos em prática o que aprendemos nessa disciplina, pois de  minha parte vou colocar sim. Vimos que todas as tecnologias são importantes para o processo educativo, cada uma com sua singularidade e com seus pontos negativos e positivos, mas que podemos sim transformar o que é negativo nessas tecnologias em positivo, fazendo que oaprendizado ocorra e que os cidadãos se tornem criticos e construtores do saber.

Escrito por Marivania Mota às 23h16
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25/06/2006


Seminários: Internet e Educação & Impressos e Educação

Ao participar desses seminários, vi o objetivo da prof Bonilla, pois mesmo sendo integrante da equipe de Impressos e Educação, participei dos dois seminários, como: nas discussões, no levantamento de questões... e pude perceber q juntos, sem aquela história de quem está apresentando sabe tudo, podemos construir conhecimentos, interagir e compartilhar o q sabemos. Foi excelente essa nova maneira de aprender, gostei bastante. obrigada pelas partipações. Grande Beijo!!!

Escrito por Marivania Mota às 14h05
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12/06/2006


Cibercultura

Foi ótima e produtiva essas aulas que trataram de termos referentes a cibercultura, pois pude conhecer mais sobre este espaço que aos poucos estou me familiarizando mais.assim consigo desenvolver meu trabalho dentro da matéria com mais segurança.

Escrito por Marivania Mota às 12h00
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02/06/2006


Cibercultura

Aprender signifacados de algumas palavras no mundo da Cibercultura foi bastante interessante, ppois algumas palavras não tem o mesmo significado da nossa linguagem culta. Por exemplo a palavra simulação que no dicionário significa falsidade, fingimento, mas na Cibercultutura significa construção, criação. Gostei achei bastante interessante a professora trazer para nós a relação entre esses conceitos e suas utlizações.  

Escrito por Marivania Mota às 20h02
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08/05/2006


Blogs, qual a sua utilidade?

Nesta aula pude ter mais contato com o espaço do blog e entendi q ele não é só um espaço de reflexões, mas que podemos utilizá-lo como instrumentos didático entre os alunos de uma classe ou até mesmo de toda uma escola. Só é preciso fazer um blog comunitário e ir compartilhando informações, onde os alunos podem consultar e redigir textos com suas idéias e reflexões. Vi um exemplo de um blog em q o professor colocou o assunto animais e foi desenvolvido um lindo trabalho, por todos os seus alunos, que trouxeram informações super interessantes e compartilharam fazendo assim uma rede de apredizado. É realmente este mundo digital é surpreendente e sempre me traz novidades.

Escrito por Marivania Mota às 11h39
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24/04/2006


Audacity e Inkcape

A aula de hoje com Moisés foi bastante proveitosa aprendemos a gravar sons com o programa Audacity e vimos um pouco do que é a Rádio Faced, também podemos aprender a usar o Inkcape para fazer slogan, foi muito interessante, péna que não foi possível adcionar o modelo que fiz. de qualquer maneira valeu a pena fazer. Tiramos também as fotos que precisavamos para colocar no moodle. Realmente o mundo digital é cheio de suepresas!!!

Escrito por Marivania Mota às 11h48
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Inclusão Digital

Com a aula do Professor Paulo no dia 10/04/2006, pude perceber q a inclusão digital já vem sendo discutida por muito tempo não é algo recente como imaginava. Mas ainda falta muito para que essa inclusão aconteça pois as disparidades sociais impedem o conhecimento sobre o assunto e o acesso a computadores. Notei também que está acontecendo uma mobilidade social dos que já detem este conhecimento, envolvendo-se nos processos de colaboração, estudos e pesquisas nesta temática.

Escrito por Marivania Mota às 08h05
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03/04/2006


Software Livre, mudei o meu conceito

Lendo as matérias e assistindo aos vídeos que falam sobre o software livre, pude perceber que eu tinha uma idéia totalmentedistorcida do que era software livre, pois eu achava q essa liberdade se dava por o software não ter valor no mercado. Agora ficou claro que isso n tem nada haver. Esse software é livre, porque pode ser modificado, aperfeiçoado, copiado e redistribuido, seja de graça ou cobrando, para qualquer pessoa e em qualquer lugar. Com a aula de hoje pude perceber q o software livre nos dar oportunidade de interagir com o programa, desde q se entenda, podendo fazer as modificações que se ache necessária para o aperfeiçoamento do programa. E o que é melhor, a segurança de n ter os dados rastreados por virus q vivem fazendo isto nos software privado.

Escrito por Marivania Mota às 12h35
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Oi, galera. Meu nome é Marivania. Criei esse blog com o objetivo de interagir com meus colegas e discutir sobre os assuntos discutidos na disciplina Educação e Tecnologias Contemporâneas. Bjão galera!!!!!!

Escrito por Marivania Mota às 09h54
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